O quarteto de matadores de aluguel interpretado
por Fábio Elias (Banda Relles Pública), Rogério Cordoni (Banda Dr.
Smith), Mari Bellegard e Zé Rodrigo (Soulution Orchestra), se
prepara para rodar, nos próximos dias, as cenas finais do
longa metragem “Música e Violência”.
Foram meses de trabalho intenso para os músicos atores que tiveram
que dividir as filmagens com as agendas (sempre lotadas) de
shows.
Quarteto roda últimas cenas escrito em quarta 17 junho 2009 15:15
A direção de fotografia escrito em sábado 06 junho 2009 10:10
Renato Ávila e eu trabalhamos juntos no seriado
Pista Dupla, exibido em rede nacional pela rede CNT na década de
90. Eu era ator principal do seriado ao lado do meu irmão Werner e
Renato era responsável pela direção de fotografia. O trabalho foi
um sucesso reconhecido nacionalmente.
Depois disso encontrei-me algumas vezes com Renato em São Paulo
onde ele fez a fotografia de muitos comerciais brasileiros. Na
última vez que nos falamos há alguns meses no aeroporto de
Guarulhos, Renato e eu combinamos de fazer algum trabalho juntos.
Quando eu já havia definido que iria rodar o longa Música e
Violência, liguei para Renato para lhe mostrar o roteiro do filme.
Sentamos num bar em Curitiba e já começamos a definir a linguagem
fotográfica do trabalho.
O Renato Gaúcho, como é conhecido pelos amigos, fez um trabalho
fotográfico maravilhoso que veio de encontro ao que eu imaginava
que seria os tons e nuances do filme. Renato é detalhista e busca a
melhor luz, o melhor enquadramento e as vezes pára tudo, manda
mudar os pesados refletores de lugar, faz trocas de lentes na
câmera e só então justifica sua intenção.
Renato é um desses profissionais apaixonado pelo que faz e merece
todo nosso reconhecimento e respeito.
Na foto de P.A. Nogueira: Renato
Avila rodando o longa Música e
Violência
Danilo Avelleda participa do filme Música e Violência escrito em sexta 29 maio 2009 16:49
O ator e diretor teatral Danilo Avelleda é um dos
atores convidados para o filme Música e Violência.
Avelleda tem um currículo extenso, já trabalhou em mais de cem
peças e mais de 30 filmes. No teatro recebeu prêmios
importantes como o troféu Napoleão Moniz Freire com a peça Arena
Contra Zumbi (ator em destaque), foi laureado também com o
troféu APAC (melhor espetáculo itinerante), com a peça Quarta feira
Sem Falta Lá Em Casa. Com o espetáculo As vezes Penso Que Não Sou
Deus, recebeu o Troféu Gralha Azul como melhor ator.
Em 1989 fiquei impressionado ao ver Danilo Avelleda atuando em
Otelo de Shakespeare sob a competente direção de Fátima Ortiz. Em
2001 Danilo participou de meu filme “Onde os Poetas Morrem
Primeiro".
Recentemente liguei para o Danilo e o convidei para interpretar um
personagem no filme Música e Violência. Ele interpreta Roque, um
homem de confiança da família Santhinni, que sabe muito sobre a
arte de matar.
Na foto: Rogéria Holtz e Danilo
Avelleda em cena do filme
Música e Violência está quase pronto escrito em quarta 27 maio 2009 17:45
Depois de mais uma sessão de filmagem, o longa metragem ”Música e Violência” está na sua etapa final. Foram quatro dias de trabalho intenso no bar John Bull em Curitiba. Destaco a participação da banda Blindagem, dos atores Emilio Pitta, Danillo Avelleda, Rogéria Holtz, Zé Rodrigo, Fábio Elias, Mari Bellegard, Juliana Biancato, Hiero Parth, Rogério Cordoni, Mauricio Guérios, além de figurantes e demais atores que abrilhantaram o meu filme nestes dias.
Na foto: Mari Bellegard (Loba) e Mauricio Guérios (Super).
Zé Rodrigo: nasce um ator escrito em sexta 24 abril 2009 10:17
Quando eu me encontrei pela primeira vez com o
músico Zé Rodrigo, vocalista da banda Soulution Orchestra, para
convidá-lo a participar do meu filme “Música e
Violência”, ele questionou: “Cara, você acha que eu
tenho condições de ser ator do seu filme?”. Eu disse a ele
que não seria muito diferente das performances executadas em seus
shows, porém teríamos que fazer um laboratório de interpretação
para se chegar a uma linguagem cinematográfica. Zé Rodrigo
incorporou o personagem com muita garra e competência.
Em outra ocasião Zé me falou que tinha assistido alguns filmes com
Frank Sinatra e que o músico ator estava servindo de inspiração
para ele compor o gângster Dan do meu filme. Sinatra jamais perdeu
a elegância, mesmo em cenas de tiros e lutas. Zé Rodrigo utilizou a
imagem de Sinatra apenas como um referencial inicial e acabou
achando seu estilo próprio de interpretação.
Superando expectativas, o ator já foi convidado a participar de
outro filme que iremos rodar no ano que vem.
Na foto de P.A. Nogueira: Zé
Rodrigo e Mari Bellegard
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